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Hulk (Hulk, 03)
Hulk foi a quinta adaptação dos quadrinhos da Marvel Comics com "sucesso". E depois do bom X-Men, e dos ótimos O Homem Aranha, X-Men 2 e Demolidor a Marvel resolveu erroneamente que era hora de adaptar nada menos, nada mais que o verde-esmeralda Hulk. Um grande erro, não sei o que deu neles, não sei se foi a escolha do diretor, do elenco, da indústria criadora dos efeitos especiais, dos roteiristas ou de Stan Lee, em criar um bicho tão fútil. Só sei que nesta adaptação nada deu certo, o que pode acabar com parte da credibilidade da Marvel, a empresa só vinha patrocinando filmes de ótima qualidade, e depois de investir 150 milhões de dólares num filme tão fraco e constrangedor, chega a ser até duvidoso querer assistir outro filme adaptado. O projeto do "Homem de Ferro", que nós, até hoje, não sabemos se vai ou se vem, é baseado num quadrinho com a mesma repercussão de Hulk, e aí, o que se irá fazer. "O Justiceiro" é outra, fora as continuações já previstas. Quem sabe eles tentam transforma-los em outro drama humano e psicológico.
A grande estupidez foi contratar o diretor nascido no Taiwan, Ang Lee. Lee transformou uma grande besta assassina, sem consciência e sentimentos, num dramalhão psicológico sem fundamento ou noção do ridículo. Acho que quando foi contratado, os produtores não tinham conhecimento de suas obras anteriores, Lee só havia feitos filmes artísticos como O Banquete de Casamento, Tempestade de Gelo O Tigre e o Dragão, e obviamente ele não queria que Hulk fosse apenas um blockbuster de super-herói que servisse apenas de diversão, ele queria algo mais profundo. E fez... Infelizmente, ele transformou Hulk num ser patético. Onde está aquele mostrengo verde que sai destruindo tudo que vê pela frente resmungando "Hulk esmaga!". Eis o filme que pode acabar com sua carreira em Hollywood, tanto que o filme não se pagou nas bilheterias americanas, depois do enorme sucesso da primeira semana, o filme caiu drasticamente quase 200%.
David Banner (Nick Nolte) é um cientista genético que pelo fato de não ter cobaias humanas, começa a fazer experiências em seu próprio DNA. Seu filho Bruce Banner (Eric Bana) nasce, devido as experiências, com uma espécie de mutação, e com exposição a radiação gama, sua mutação começa a se desenvolver, transformando-o em uma besta verde e gigantesca em seus momentos de raiva e insanidade. Seu pai, dado como morto, volta e se aproxima de seu filho para usá-lo com a finalidade de salvar-se, enquanto isso Bruce é perseguido pelo General Ross (Sam Elliot), por ser considerado perigoso para o exército, e só a ex-namorada e paixão da vida de Bruce, Betty Ross (Jennifer Connely) o apoiará.
O roteiro desagrada a todos, até aos "Hulkmaníacos", para começar, o nome original do Hulk, é David Banner, que no filme seria seu pai. Nas HQs, Banner vira Hulk, devido aos raios gamas, e não uma simples exposição que desperta sua mutação, proveniente de algas marítimas (a razão do verde).
As únicas atuações que suportei foram as de Nick Nolte e Jennifer Connely. Ele com furor, e sabedoria, não tendo uma atuação caricata e sim até convincente, é um ator que vem ganhando mais prestígio, mas não é muita coisa, existiriam infinitas melhores opções para o papel, não tirando seu mérito. Connely continua bela, e é a única beleza estética do filme, faz um papel fraco, sem muita importância, mas consegue se segurar e manter o prestígio enquanto toda a equipe se afunda. Bana é um ator iniciante e completamente inexpressivo, é um daqueles casos onde um rosto galante serve para atuar. Não sei se Hulk, a besta completamente malfeita sem expressão nenhuma, ou Bana é mais expressivo. Deixemos num empate.
Os efeitos visuais são um caso a parte, ninguém sabe primeiramente o motivo de alguém querer fazer um monstro daquele tamanho inteiramente digital. Não sei o que aconteceu, mas acho que os realizadores dos efeitos pensaram que o filme seria uma animação, pois o Hulk mais parece um bonecão do que uma besta assassina, até se colocassem o Shrek, seria mais convincente, e pelo menos poderia haver alguma diversão que compensasse o ingresso. Extremamente malfeito, sem expressão. Faz com que o filme perca completamente a credibilidade. Horroroso. Ainda fui obrigado a escutar por fanáticos, de que a única diferença entre Hulk e Gollum da Trilogia O Senhor dos Anéis, é o fato de Gollum ser baseado em uma pessoa, Andy Serkis, de mesmo tamanho que fazia seus movimentos e na hora do filme recebia uma "capa", enquanto o monstrengo verde não tinha ninguém do tamanho para se espelhar. Isso não é desculpa, quiseram fazer assim, torraram 150 milhões de dólares no projeto, deveria sair algo o mais perfeito possível. Vide a cena em que ele foge pelo deserto, patética, malfeita e constrangedora de assistir. Realmente vou ficar muito indignado se Hulk for indicado ao Oscar de Melhor Efeito Visual, já que foi pré-selecionado.
O único destaque técnico são os efeitos especiais, são tão ruins que é a única coisa que você nota, mas tem uma boa fotografia, e bom uso dos cenários. Só.
Hulk é um filme ruim, chato, com um fraco roteiro e uma tendência em demasiado de fazer você simpatizar com o mostro. Sem nenhum significado, foi um filme que só teve a utilidade de afundar a equipe, em suas desculpas e faltas de oportunidade num filme decente. Desprezível.
Nota: 12/100
PS: Devido à Mostra Internacional de SP terão posts novos, esse comentário de Hulk foi escrito em janeiro de 2004.
Escutando: CD (Phantom Power - Super Furry Animals); Música (Landlocked Blues - Bright Eyes)
A Descobrir
O Jardineiro Fiel (The Constant Gardner, 05) - O novo filme de Fernando Meirelles é um agravante quando a qualidade do cineasta. Depois de Cidade de Deus, Meirelles foi tragado para esse projeto e conseguiu um excelente projeto de cunho social. Aliás, o alvo do filme é denunciar a indústria farmacêutica e o uso de africanos como cobaias. Cinema político também é muito e não precisa ser chato. Eis aqui um exemplo. [83]
Escrito por Gabriel Carneiro às 12h17
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Wallace e Gromit - A Batalha dos Vegetais (Wallace and Gromit: The Curse of the Were-Rabbit, 05)
Começo minha resenha falando de como ansiava por esse filme. Eu adoro os curtas de Wallace e Gromit. As Calças Erradas é um dos melhores filmes que já vi em termos de animação. Eu adoro o humor britânico desse filme, sutil porém eficiente. Por gostar bastante dos curtas metragens fui com uma alta expectativa em relação ao longa. Posso dizer que fiquei um pouco desapontado, o filme não tem o mesmo encanto que possui os trabalhos anteriores sobre a dupla, mas é divertidíssima a saga de um homem e seu cachorro que combatem as pragas.
Nick Park é o gênio por trás da série. Dizer o principal expoente do cinema com massinha é A Fuga das Galinhas, também de Nick Park, é heresia. Hoje não existiria A Fuga das Galinhas se em 1989 esse estranho sujeito não tivesse a idéia de criar um modesto curta metragem sobre um homem e um cachorro que mais parecem casados do que dono e mascote. Wallace e Gromit foi uma brincadeira, uma tentativa de exibir seu potencial como criador e realizador. Independentemente de ele ter realizado anteriormente Creature Comforts, foi com Wallace e Gromit que ele se encontrou. Foram feitos 3 curtas sobre a dupla para os cinema: A Grand Day Out, The Wrong Trousers e A Close Shave, sendo o segundo meu preferido.
Eu vejo em Wallace e Gromit um único poropósito: entreter. Não quer fazer você refletir, não quer mostrar seu conhecimento, não quer fazer sátiras ou parodiar, ele só quer contar uma história sobre duas personagens bizarras, fora do comum, numa cidade ainda mais estranha. Eu consigo ver um paralelo entre as personagens desse filme e Mickey, Pateta e Donald, em seus desenhos da década de 40 e 50, quando trabalhavam em coisas incomuns e quando os desenhos deles ainda apresentava alguma qualidade. Wallace é um inventor de bugigangas nunca inventadas e um tanto quanto ingênuo, Gromit é o racional da relação, sempre tentando dissuadir Wallace de suas invenções malucas. Dessa vez, caçadores de pragas, Wallace quer modificar a mentalidade de um coelho, a principal praga das hortas da cidade. Ele tenta fazer lavagem cerebral no animalzinho, tirando-lhe todo prazer de comer vegetais. Assim ele facilitaria o seu trabalho de perseguir coelhos no meio da noite, já que seu trabalho é fundamentado nisso, perseguir coelhos que estão destruindo as plantações e principalmente os vegetais gigantes que participarão da grande festa popular do ano. A partir daí, como se é de esperar, algo talvez dê errado com sua nova geringonça.
Não sei de qual personagem gosto mais, se é de Wallace ou de Gromit. Wallace é todo trapalhão, com suas inveções peculiares e sua tara por queijo. Gromit é sério, estranho, misterioso. São personagens que se completam. O humor de Wallace vem da ingenuidade, do aspecto palhação, do humor mais voltado para os pastelão. Gromit é mais complexo, difícil de se definir, o humor nele vem do fato de nunca falar, do modo preocupado e do jeitão meticuloso. Pensando bem, outra personagem entra na disputa: o vigário. Longe do esteriótipo, o vigário já é esquisito fisicamente e sua maneira anti-convencional é o seu grande atrativo.
Atualmente as animações estão fadadas a um destino, o de serem facilmente esquecidas. E por que são esquecíveis? Por um simples motivo, são animações voltadas para o público infantil querendo enganar o público e se fazerem voltadas para todas as idades. A Disney nunca precisou fazer isso, tirando alguns delizes, dificilmente uma animação deles não entrará para a história do cinema. Só que a Disney vem perdendo seu espaço para outra produtora emergente nesse setor, a DreamWorks. Antes de Shrek, as animações dela eram voltadas para um público infanto-juvenil. Com Shrek - também voltada a esse público - a DreamWorks superfaturou, agradou a todos, principalmente à criançada. Desde então a DreamWorks e quase todas as outras produtoras de animações - exceto aquelas de animações japonesas e de Tim Burton, quase sempre feitas para o público adulto - tem produzido filmes infantis. A DreamWorks principalmente, por exemplo O Espanta Tubarões e Madagascar. Agora isso muda um pouco, Wallace e Gromit dá uma pausada nisso e retoma os bons tempos da Dreamworks com produções infanto juvenis - certo que a DreamWorks não merece quase nenhum mérito nesse projeto, todos são da Aardman -, fazendo um filme menos despretensioso e mais eficiente. O humor do filme se dá pela sutileza, baseadas nos gestos e gagues. Por isso que gosto tanto do humor britânico, ele é simples, pouco apelativo e feito para produzir sorrisos e não gargalhadas.
Gosto muito das animações de massinha da Aardman. Além de ser uma maneira inusitada de se criar, necessita-se de um trabalho muito árduo. Porém, seu resultado é fantástico. Os bonecos são criaturas fantásticas, seu estilo conceptico é o principal atrativo no visual. Acho que a qualidade de filmagem dos filmes deles vem evoluindo, nota-se uma alteração desde A Fuga das Galinhas.
Wallace e Gromit - A Batalha dos Vegetais não discute nada, só mostra a relação de dois companheiros inseparáveis, um inconsequente (Wallace, o homem) e um racional (Gromit, o cão) que juntos fazem de tudo para serem eles mesmo e impedir de se enrrascarem. Não é um filme excepcional, mas diverte um bocado. Com certeza entra para a história da animação, com seus méritos e glórias. Nick Park é um cara brilhante.
Nota: 73/100
Escutando: CD (Chaos and Creation in the Backyard - Paul McCartney); Música (Avalanche - Leonard Cohen)
A Descobrir
Hotel Ruanda (Hotel Rwanda, 04) - A história verídica de Ruanda, um país africano que sofreu há uma década um terrível guerra civil é muito bem retratada nesse drama. Hutus e Tutsis são dois grupos étnicos do país que lutam pelo poder, num país abandonado por todos os órgãos mundiais. Brilhante a franqueza na cena em que o general da ONU afirma à personagem de Don Cheadle: "vocês não valem nada", se referindo à importância econômica do país. Cheadle está muito bem. [81]
Escrito por Gabriel Carneiro às 09h24
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Doutores da Alegria (Idem, 05)
Quem nunca ouviu falar dos simpáticos palhaços que, voluntariamente, visitam hospitais em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife? Dificilmente alguém não sabe quem são os Doutores da Alegria, palhaços que se passam por doutores espalhando alegria e sorrisos entre crianças doentes ou terminais. Mesmo assim, isso não significa que sabemos exatamanete o que fazem, qual é a arte por trás daquele grupo de atores devotos a um ideal. E esse é o objetivo do filme: mostrar como é a rotina daquelas pessoas e o porquê de fazerem-no.
O filme é um dos melhores exemplares do cinema nacional dos últimos anos. Um filme sensível e agradável, que em sua crendice ingênua contamina o espectador. É sutil e bonito o que fazem, e ver esse filme me fez querer ser um doutor da alegria, fazer trabalho voluntário, algo que sempre excluí todas as possibilidades. É um ato nobre digno de reconhecimento. É pazeroso assisti-los, fazendo suas palhaçadas e patetices, sendo impossível não abrir um sorriso nos primeiros minutos da projeção e não mantê-lo até o final. Eles são os únicos palhaços assumidos, desses que pintam a cara, que realmente me fazem rir. Eles são engraçados, e em suas cenas evocam gênios como Chaplin, O Gordo e o Magro, e esses grande comediantes, como eles mesmo citaram.
Mara Mourão é uma pessoa a quem não consigo entender. Faz Avassaladoras - péssimo, péssimo -, um filme repleto de clichês e de péssimos atores com uma das tramas mais estapafúrdias do cinema nacional, e depois faz Doutores da Alegria, uma incursão completamente diferente na sua filmografia, mostrando-se competente e capaz de saber diferenciar um projeto bom de um ruim. Como alguém faz algo tão belo, tão meigo e faz Avassaladoras? Eu vejo uma grande contradição nisso. Não vejo sincronia.
O Brasil retratado na película é digno de um futuro esperançoso e próspero, é um filme que me deixou esperançoso e me fez acreditar um pouco na humanidade. Existem pessoas boas no mundo, que visam o bem do próximo e que são felizes, que se sentem bem em fornecer sorrisos. A filosofia deles é inspiradora. Segundo eles há duas saúdes que se completam, a física e a mental. Enquanto os médicos tratam da física e só procuram isso no paciente, os Doutores da Alegria fazem a parte que os médicos muitas vezes esquecem, a mental. É necessário que ambas estejam em equilíbrio, é preciso persistência, pois se o paciente já se sente derrotado pela doença, nem adianta tentar salvá-lo. Por mais utópico que possa parecer - e falando-se, é praticamente isso que se pode inferir -, isso se mostra funcionar. As crianças se divertem e esquecem por um instante de suas condições, os familiares descontraem e os próprios "doutores" aprendem cada vez mais e mais.
Segundo Wellington Nogueira, o criador e difusor dos Doutores da Alegria no Brasil, durante toda a história, desde que o homem anda em bando teve sempre um palhaço, aquela que por natureza gostava de ser engraçado. Fazendo um passeio pela história, temos os exemplos dos clowns do Shakespeare, dos bobos da corte, dos palhaços de circo, de astros do cinema mundial - Chaplin, Gordo e o Magro, Keaton - e de astros da TV brasileira, entre outros. E é isso que faria as pessoas confiarem nos palhaços e muitas vezes idolatrá-los.
Por trás daqueles narizes vermelhos há uma luta interna muito forte. É demasiadamente triste ver uma criança em tais estado, e reconfortante ver que podem fazer certa diferença. Por isso a porta é essencial, é por ela que logo no primeiro contato percebe-se o espírito da criança, e que brincadeiras se fazer. Dizem que o mais triste é quando a criança não quer a presença deles, já que assim nada podem fazer. Sentem-se inúteis.
Como visitam regularmente os hospitais acabam encontrando as crianças, e essas nunca se esquecem dos palhaços. É inexplicável a psique de uma criança e funciona de maneiras estranhíssimas, são dotadas de uma tremenda ingenuidade e inocência. Não quero estragar mais do que já estraguei do filme, mas há casos interessantíssimos. São relatos fiéis, que colocam a criança nesse quadro. A imaginação delas é esplêndida. Todas as histórias são preciosas, todas as palhaçadas são engraçadas. Os Doutores da Alegria tornaram-se modelos, modelos que todos deveríamos seguir. Só sendo dotado de tal amneira para fazer uma criança gargalhar de tal maneira. O garotinho que entra na brincadeira e começa a dançar é de arrepiar, tamanho o lirismo que se pode encontrar ali. É brutal uma cena dessa para nossa sociedade mesquinha e hipócrita. Por isso repito, há bondade nas pessoas e esse cena demonstra isso.
Tenho que destacar a brilhante edição do filme, captando exatamente o clima dos Doutores da Alegrias. As imagens no circo são fantásticas. E a trilha sonora inspirada em Nino Rota é um dos destaques do ano. É o primeiro documentário aquém que vejo que realmente é significativo. Seria injusto não assistir esse filme, já que atualmente, são coisas assim que nos fazem refletir, e não visando nosso próprio bem.
Nota: 82/100
Escutando: CD (Riot on an Empty Street - Kings of Convenience); Música (English Tea - Paul McCartney)
A Descobrir
Meu Adorável Vagabundo (Meet John Doe, 41) - Eu já falei que sou fã de Frank Capra? Ele é um cara genial, seu espírito esperançoso é belíssimo, seus filmes são belíssimos. A cada dia que passa ele sobe no meu conceito, e daqui a pouco se encontrará no meu top 3 diretores. O filme narra a história de uma farsa, na qual têm-se que contratar um homem para viver John Doe, o escritor de uma carta falsa dizendo que vai se suicidar. John Doe cai nas graças do povo e vira um herói. Capra é um gênio - já falei isso? [93]
Escrito por Gabriel Carneiro às 22h31
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Filmes vistos em Setembro legenda: revistos
- A Chave Mestra (The Skelleton Key, 05)
[82]
- Batman - O Retorno (Batman Returns, 92)
[57]
- Reconstrução de um Amor (Reconstruction, 03)
[42]
- Amor em Jogo (Fever Pitch, 05)
[72]
- Cinco Vezes Favela - Segmento: Pedreira de São Diego (Idem, 62)
[50]
- Eles Não Usam Black Tie (Idem, 82)
[87]
- Mulher Proibida (Forbidden, 32)
[73]
- Penetras Bom de Bico (Wedding Crashers, 05)
[59]
- Verão Feliz (Kikujirô no Natsu, 99)
[88]
- A Queda do Império Romano (The Fall of the Romam Empire, 64)
[69]
- Também Fomos Felizes (Bakushu, 51)
[61]
- O Idiota (Hakuchi, 51)
[56]
- A Luta pela Esperança (Cinderella Man, 05)
[55]
- Vôo Noturno (Red Eye, 05)
[46]
- O Quarto Verde (La Chambre Verte, 78)
[80]
- O Virgem de 40 Anos (The 40 Years Old Virgin, 05)
[85]
- Hotel Ruanda (Hotel Rwanda, 04)
[81]
- Capitão Corelli (Captain Corelli's Mandolin, 01)
[37]
- Doutores da Alegria (Idem, 05)
[82]
- Poltergeist - O Fenômeno (Poltergeist, 82)
[36]
- A Feiticeira (Bewitched, 05)
[64]
Comentários: Poucos filmes, só 21. Estou acostumado com bem mais, mas arranjar tempo tá difícil. Batman - O Retorno me soou como decepção na revisão, sempre falaram que era o melhor da série; mesmo Mulher Proibida ser um filme bem abaixo da média na filmografia de Capra, não deixa de ser um filme legal; O Idiota tem um história muito legal, uma pena que seja tão longo e cansativo; A Luta pela Esperança é o Russel Crowe, um filme que não diz nada; Poltergeist é uma bela porcaria, nem para assustar serve; A Feiticeira é legal e tem a Nicole Kidman, assistam.
Melhores filmes
- Verão Feliz
- Eles Não Usam Black Tie
- O Virgem de 40 Anos
- A Chave Mestra
- Doutores da Alegria
Piores filmes
- Poltergeist - O Fenômeno
- Capitão Corelli
- Reconstrução de um Amor
- Vôo Noturno
- Pedreira de São Diego
Escrito por Gabriel Carneiro às 13h56
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